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ONG dá curso de recursos hídricos a professores

Por meio do Projeto Fonte da Vida, oitenta professores das redes pública, municipal e estadual estão sendo capacitados pela Associação do Verde e Proteção do Meio Ambiente (Avepema), para transformarem-se em agentes multiplicadores. A intenção é que estes professores ampliem seus conhecimentos para trabalhar, com propriedade, temas como o meio ambiente e os recursos hídricos em sala de aula.

Financiado pelo Fundo Estadual de Recursos Hídricos (Fehidro), o projeto é composto por um curso gratuito de dois módulos, que também teve uma edição no ano de 2007. Segundo a secretária geral da Avepema, Edilaine Garcia Soares, o curso envolve professores de 5ª a 8ª séries do Ensino Fundamental, representando aproximadamente 40 escolas de municípios que compõem os subcomitês das bacias hidrográficas do Alto Tietê Cabeceiras e Juquery/Cantareira.

“Nossa intenção é que estes professores aprimorem seus conhecimentos e multipliquem estes conhecimentos para a comunidade, para seus alunos. Não é apenas uma questão de apontar a importância dos recursos hídricos e do meio ambiente em si, mas o exercício da cidadania, propondo uma integração”, disse Edilaine.

Conforme explicou Edilaine, os professores participantes vão ter de desenvolver um projeto, junto com seus alunos, de forma a mostrar a importância da água. “O primeiro módulo do curso foi realizado em setembro, com uma imersão dos professores, em um hotel fazenda, para que delimitassem a bacia hidrográfica onde estão as escolas onde atuam. A ideia é montar um projeto com os alunos. Neste segundo módulo, a ser realizado no fim do mês, um grupo fará uma visita à Estação de Tratamento de Água do Sistema Guaraú, da Sabesp, e outro grupo vai visitar a Estação de Tratamento de Esgoto do Parque Novo Mundo. No encerramento, previsto para dezembro, em um CEU (Centro Educacional Unificado) de São Paulo ainda não definido, os professores vão apresentar o projeto desenvolvido com os alunos”, salientou.

Em 2007, o Fonte de Vida atendeu 120 educadores das regiões de Campo Limpo, Embu, Taboão da Serra, Ribeirão Pires, Cidade Ademar, Pinheiros, Osasco e Butantã.

Fonte: Jornal Metrô News

Curso Mulher Liderança Comunitária inicia em 25 de abril

O curso ” Mulher Liderança Comunitária” realizado pela AVEPEMA iniciou em 25/04 na Zona Sul.
O projeto busca intuito de identificar e intensificar nas empreendedoras sociais o capital humano, instrumentalizando-as para melhoria do capital social na sua comunidade, a sua atuação profissional, aprimorando sua percepção na identificação de oportunidades dentro da sustentabilidade ambiental, fomentar o exercício da cidadania, a integração social e o fortalecimento da auto-estima, buscar igualdade e equidade de gênero, gerando o aumento de mulheres na representatividade pública.

Para maiores informações , entrar em contato nos telefones: 5521-6626 / 2605-4155.

Fonte: Comunicação AVEPEMA

AVEPEMA inicia curso de Motofretista

O PLANSEQ Motofrete já conta com 10 turmas em salas de aulas sendo ministrada nas regiões Leste, Norte e Sul. O Plano Nacional de Qualificação é um conjunto de ações do Governo Federal direcionadas para gerar empregos e preparar pessoas para uma melhor inserção no mercado de trabalho.

Ainda há vagas para os cursos e os interessados devem entrar em contato nos tels. 2605-4155 / 2076-8991 ou comparecer na Rua Filipe Camarão,146 Tatuapé.

 

 

Fonte: AVEPEMA

Chamada pública para contratação de pessoal

A AVEPEMA – Associação do Verde e Proteção do Meio Ambiente está admitindo 4(quatro) assistentes de nível médio e 3(três) Profissionais de Nível Superior para atuarem no âmbito do Projeto – Quiz das Águas – Proposta de difusão digital para o SIGRH, referente ao FEHIDRO.
O Projeto visa efetuar a difusão dos conceitos relativos a recursos hídricos por meio de mídia interativa DVD.

Estabelecer ligação entre os conteúdos programáticos da grade curricular do ensino fundamental com os conceitos relacionados aos recursos hídricos e sua gestão para alunos da rede pública de ensino.

Capacitar professores para interligar os conteúdos programáticos com as informações constantes no DVD por meio de palestras e oficinas de trabalho. Distribuir 100.000 cópias de mídia interativa a alunos do segundo ciclo do ensino fundamental em escolas da rede pública de ensino

Criação de portal interativo na internet, com conteúdo complementar ligado ao SIGRH, de forma a possibilitar aos alunos a continuidade no processo de aprendizado.

Os interessados deverão encaminhar currículo para a Rua Felipe Camarão, 146 – CEP 03065-000 – Tatuapé – São Paulo – SP ou para o endereço eletrônico avepema@avepema.org.br

Fonte: AVEPEMA

Águas Subterrâneas, artigo de Roberto Naime

Águas Subterrâneas, artigo de Roberto Naime
Publicado em março 16, 2011

As águas subterrâneas são aquelas armazenadas no interior dos maciços rochosos. Podem passar pelo estágio de acumulações freáticas nos solos (provenientes da chuva) ou serem diretamente dirigidas para o acúmulo no interior das rochas (aqüíferos).
As rochas que armazenam as águas subterrâneas são conhecidas como aqüíferos, e as rochas que deixam fugir as águas subterrâneas denominam-se aquifugos.
Existem 2 tipo de aqüíferos principais entre as rochas: os aqüíferos denominados primários ou por poros e os secundários ou por fraturas e diáclases das rochas.
A melhor expressão dos aqüíferos primários são as rochas sedimentares psamíticas, ou seja os arenitos e conglomerados. Para os leigos, arenitos também são conhecidos como “lage de grês”. Estas rochas chegam a exibir até 40% de porosidade e armazenam grande quantidade de água, que percola livremente na rocha, produzindo poços tubulares profundos, com grande capacidade de vazão.
São estas rochas que armazenam petróleo, dependendo da localização geológica.
Aqüíferos secundários ou por fraturas ocorrem em todo o tipo de rochas, tem menor capacidade de armazenamento de fluidos e conseqüentemente geram poços tubulares profundos com menor produção de água.
As águas subterrâneas, por definição, são aquelas que estão armazenadas em rochas, e originalmente são geradas pelas fontes pluviométricas, mas freqüentemente sofrem a influência de outras águas:
Águas conatas: são as águas que ficam armazenadas com os sedimentos desde a superfície após os processos diagênicos que transformam sedimentos em rochas sedimentares. Exibem freqüente contaminação com sais ou outros elementos químicos e podem não ser potáveis. Muito conhecidas como águas salobas;
Águas juvenis: representam os fluidos aquoso que resultam e sobram das cristalizações de magmas (fusões de rocha), seja em condições plutônicas (profundas) ou vulcânicas (superficiais). Por isso são ricas em metais e outros elementos químicos da tabela periódica que não conseguem entrar nos minerais que se formaram, tanto pelo tamanho de raio iônico, como por eletronegatividade ou outra característica química que impede as substituições diadóxicas (um elemento químico substituído por outro de mesmo tamanho de raio iônico ou mesma eletronegatividade).
As águas subterrâneas que sofrem contaminação com águas conatas, freqüentemente são salobas e apresentam dureza (quantidade de sais e carbonatos) elevada, apresentando problema para utilização em caldeiras (entope as caldeiras e pode produzir explosões).
As águas subterrâneas contaminadas por águas juvenis origiinam as denominadas águas minerais, de diversas naturezas, como fluoretadas, bicarbonatadas, etc.
Para muitas pessoas, com o decorrer do tempo, se reduz a capacidade de filtração do sangue pelos rins e podem ser desenvolvidos cálculos ou pedras renais.
Se for de composição cálcica, a recomendação médica é diminuir o consumo de leite e derivados. Se for silicosa, a sugestão é evitar o consumo de águas minerais.
Por isto, atualmente, é muito incentivado o consumo de águas minerais ditas “leves” ou com baixo teor de constituintes mineralizantes, que podem ser maléficos em quantidade inapropriada para consumo humano ou para certos tipos de organismos ou condições devidas à idade cronológica.

Fonte: Roberto Naime, é Professor no Programa de pós-graduação em Qualidade Ambiental, Universidade FEEVALE

CNBB abre CF-2011 e lembra que pauta do meio ambiente é uma preocupação antiga da instituição

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) abriu, oficialmente, na tarde desta Quarta-Feira de Cinzas, 9, a Campanha da Fraternidade 2011, “Fraternidade e a Vida no Planeta”, numa coletiva de imprensa, em sua sede, em Brasília. O secretário geral da CNBB, dom Dimas Lara Barbosa, e o secretário executivo da Campanha da Fraternidade, padre Luiz Carlos Dias, apresentaram aos jornalistas os objetivos da Campanha, destacando seus principais pontos.

Dom Dimas fez memória do histórico da Campanha da Fraternidade e afirmou que o tema da ecologia é uma preocupação antiga da CNBB, que tem marcado a história das Campanhas há três décadas. “A Campanha mais antiga em torno do meio ambiente aconteceu em 1979, com o lema ´Preserve o que é de todos´. Há 32 anos já tínhamos essa preocupação com temas ecológicos. Muito tempo depois, em 2002, veio a Campanha que refletiu a Amazônia; pouco tempo depois, a Campanha de 2004 refletiu a questão da água, e, a Campanha de 2007, discutiu o tema ‘Fraternidade e os Povos Indígenas’ e a questão da terra”, lembrou dom Dimas.

O secretário da CNBB disse que a Campanha deste ano apresenta uma reflexão bastante ampla, refletida em dois grandes temas preocupantes: ‘aquecimento global e mudanças climáticas’. “A partir desses pontos, a Igreja no Brasil vem mostrar que estamos preocupados em discutir temas relevantes para a sociedade viver melhor”.

Já o secretário executivo da Campanha da Fraternidade, padre Luiz Carlos Dias, afirmou que um dos passos importantes da Campanha que começa hoje é mobilizar as pessoas em torno de políticas públicas por mudanças que favoreçam o desenvolvimento da temática proposta.

“Queremos mobilizar a sociedade para agir de forma positiva nos diversos níveis da sociedade civil e dos poderes constituídos para a aplicação de políticas que favoreçam um planeta melhor para todos viverem”, frisou o secretário da Campanha.

Padre Luiz fez uma síntese do texto-base da CF-2011. Destacou, entre outros pontos, o trabalho que é feito nas bases da Igreja para o desenvolvimento da Campanha. Ele criticou o atual sistema de produção e consumo que contribui “para a exclusão social”.

Propostas concretas

Dom Dimas enumerou algumas ações concretas que a Campanha sugere nos níveis pessoal, comunitário e de governo para a preservação do meio ambiente.

“O cidadão pode colaborar com pequenas ações e cultivar hábitos saudáveis como a utilização de fontes renováveis de energia, como é o caso da energia solar, coleta seletiva de lixo, a própria questão do respeito com relação à água”, advertiu.

O secretário disse ainda acreditar na mobilização coletiva para a mudança de comportamento e educação das pessoas para um modo de vida que favoreça a humanidade. Ele citou o caso da crise do apagão, ocorrida em 2001 e 2002 no Brasil, como exemplo de mobilização da sociedade que pode gerar conscientização e respeito para com o meio ambiente.

“Quando as pessoas se viram ameaçadas de ficarem sem energia, logo começaram a trocar lâmpadas, diminuir o número de eletrodomésticos e, assim, conseguimos reduzir o consumo de energia elétrica de uma maneira que antes era impensável”.

Código Florestal

Segundo dom Dimas, a aprovação das mudanças no Código Florestal Brasileiro têm ocupado a pauta de preocupações da CNBB. Há um ano, o Conselho Episcopal Pastoral da CNBB (Consep) emitiu uma nota em que enumera alguns itens preocupantes no texto que muda o Código.

“Tivemos, há pouco tempo, uma reunião com técnicos do Ministério do Meio Ambiente e pudemos observar o esforço que setores do Governo estão fazendo para dialogar com movimentos sociais representativos das comunidades mais vulneráveis como quilombolas, ribeirinhos, povos indígenas, barragens. Esses movimentos todos têm procurado o Governo e a CNBB no sentido de incentivar para que não sejamos tão apressados em aprovar o novo Código Florestal”, disse dom Dimas.

Dom Dimas expressou, ainda, preocupações com o Pré-Sal e com a usina Belo Monte, que será construída no Xingu. Segundo disse, Altamira já sente o impacto da obra com a chegada em massa de novos moradores e que a cidade não tem infraestrutura para acolher a todos.

A CNBB presenteou os jornalistas com o Texto-Base da Campanha, que começa hoje e se estende por toda a Quaresma. A Coleta da Solidariedade, feita no Domingo de Ramos, 17 de abriu, foi lembrada por dom Dimas como gesto concreto de solidariedade que está ao alcance de todos. O resultado da Coleta é usado para aprovar projetos sociais segundo o tema da Campanha.

Categoria: Geral

Sistema dessaliniza água do mar usando energia renovável

Um sistema mecânico capaz de transformar a água do mar em água potável utilizando energia renovável acaba de ser desenvolvido na Escola Politécnica (Poli) da USP. O equipamento poderá atender a necessidade de países como Cabo Verde, na África, onde a água potável não é um recurso tão abundante. O projeto é de autoria do engenheiro Juvenal Rocha Dias, cidadão caboverdiano, que efetuou os cálculos e medições para o trabalho durante suas pesquisas de mestrado e doutorado na Poli. A ideia surgiu justamente pela observação das necessidades de seu país de origem.

Segundo Dias, já é possível que os governos de países menos desenvolvidos pensem numa alternativa menos custosa que a técnica mais comum de dessalinização, que funciona com energia elétrica obtida a partir da queima de combustível fóssil, como o Diesel. A nova alternativa propõe ser menos nociva ao meio ambiente e pode custar menos ao poder público, no que diz respeito aos gastos com a compra de combustíveis derivados do petróleo.

O sistema denominado “coluna de dessalinização” funciona basicamente como um filtro, utilizando Energia Eólica — fornecida pelos ventos — provinda de cataventos ou turbinas eólicas, e Energia Potencial Gravitacional, que existe por conta da força da gravidade, relacionada à massa dos corpos e à altura da qual se encontram. Dias explica que o processo de dessalinização se inicia com o bombeamento de água salgada para a parte superior de uma coluna, em formato cilíndrico, onde há um reservatório. O peso dessa água impulsiona um êmbolo que pressiona o ar contido em uma câmara inferior do sistema. Esse ar exerce uma força sobre outro reservatório. A água contida nele é pressionada e passa por uma espécie de membrana. A membrana é o “filtro” do sistema, que compõe o método conhecido como “osmose reversa”. Assim, a água, antes salgada, passa pela coluna, é filtrada e transformada em água potável.

Por funcionar a partir de energia renovável, o sistema é menos nocivo ao meio ambiente

Para pensar nas soluções do projeto, Dias utilizou principalmente as leis da Física e da Termodinâmica. Segundo o pesquisador, a dimensão da coluna a ser construída depende do consumo de água potável desejado. Por exemplo, para a produção de 5 mil metros cúbicos (m3) de água, o que equivale, em média, à água utilizada por 10 pessoas ao longo de um dia, o sistema deve possuir cerca de 25 metros (m) de altura.

Vantagens

De acordo com os cálculos realizados , o consumo específico de energia no processo equivale a 2,8 kWh/m3 de água potável produzida, bem abaixo do consumo especifico de energia de sistemas convencionais, que apresentam valores em torno 10 kWh/m3 de água potável produzida a partir da dessalinização da água do mar.

A professora Eliane Fadigas, orientadora do estudo, diz que os possíveis gastos com a construção e instalação do sistema podem ser caros. Porém, a longo prazo, o investimento pode valer a pena, principalmente para países na situação econômica como a de Cabo Verde. “O governo vai poder redirecionar o dinheiro que era utilizado com a compra de Diesel para outras necessidades, ligadas também à população. É evidente que tudo isso depende da vontade política”, explica Eliane.

“Além de servir para transformar a água do mar em água potável, a coluna também pode ser adaptada e reprojetada para outros fins. Por exemplo, a partir do uso de filtros apropriados, o sistema pode ser utilizado para a despoluição de riachos e lagos, ou mesmo como fonte de água para uso na agricultura ou produção de energia elétrica”, acrescenta a professora Eliane. “Ao idealizar o sistema, pensamos não só na questão dos gases poluentes, mas também onde poderíamos depositar o sal retirado da água. Esse ‘resto’ pode ser, por exemplo, devolvido para o mar de uma forma controlada”, completa o engenheiro.

Limitações

Durante o estudo na Poli, o pesquisador construiu um protótipo da coluna, utilizando materiais diversos para teste, como baldes, papelão e concreto, e obteve sucesso nos testes. Segundo a pesquisa, os modelos reais terão como principal material o aço. Ainda será testado um protótipo da coluna mais próximo do real, por meio do qual será possível medir, por exemplo, as perdas por atrito, o que pretende aprimorar o modelo.

Segundo o engenheiro, há sim algumas limitações no funcionamento do sistema. “Uma vez que é movido à energia eólica, depende das condições dos ventos, e até mesmo dos requisitos dos catavendos, que, por sua vez, devem ser instalados próximos ao mar ou a fontes de água. Isso não acontece caso a fonte de energia seja a turbina eólica, de mecanismo diferente do catavento. Há portanto a limitação de espaço, já que quanto mais catavento, mais potência”, aponta Dias. Mas já imaginando possibilidades de compensar essas limitações, a pesquisa também sugere utilização da chamada “bomba clark”, que serve como reaproveitadora das energias ‘perdidas’ durante os processos do sistema.

Fonte: Por Glenda Almeida, da Agência USP

Chamada pública para contratação de pessoal

A AVEPEMA – Associação do Verde e Proteção do Meio Ambiente está admitindo Educadores para atuar no Projeto PLANSEQ Motofrete.
Conteúdo das aulas : Básico: Temas Transversais / Específico: Tópicos sobre duas rodas, Orientação básica na cidade de São Paulo, Noções de Legislação entre outros.

Os interessados deverão enviar curriculum para: motofrete@avepema.org.br
Mais informações: 11 2605-4155

Fonte: AVEPEMA

AVEPEMA participa do anuário 2010/2011 da Revista Análise e Gestão Ambiental

Em 2010 foi realizado pela Revista Análise Gestão Ambiental o levantamento do perfil das principais organizações não-governamentais (ONGs) brasileiras que atuam na área ambiental.A pesquisa vem se consolidando como uma referência e conta com a participação das maiores e mais reconhecidas organizações internacionais. Também realiza o mapeamento de centenas de outras iniciativas de médio e pequeno porte que possuem projetos ambientais em andamento no país. Trata-se do mais completo levantamento sobre praticas ambientais das maiores empresas do Brasil e também uma radiologia das ONGs Ambientais.
AVEPEMA está entre as 330 ONGs ambientais citadas no anuário 2010/2011, onde consta todas as informações obtidas das ONGs como responsável pela organização, estrutura da organização, descrição do trabalho, divulgação e finanças.

Fonte: AVEPEMA

22 de Março dia Mundial da água

Nosso planeta tem cerca de dois terços só de água. Pela lógica, parece haver água sobrando para a população, não é? Parece um absurdo falar em crise da água?
Vamos aos fatos: 97% da água do planeta são água do mar, imprópria para ser bebida ou aproveitada em processos industriais; 1,75% é gelo; 1,24% está em rios subterrâneos, escondidos no interior do planeta. Para o consumo de mais de seis bilhões de pessoas está disponível apenas 0,007% do total de água da Terra.
Some-se a isto o despejo de lixo e esgoto sanitário nos rios, ou ainda as indústrias que jogam água quente nos rios – o que é fatal para os peixes. A pouca água que existe fica ainda mais comprometida. Isto exige a construção de estações de tratamento de esgoto e dessalinização, por exemplo. E exige conscientização para que se evite o desperdício e a poluição, principalmente nas grandes cidades.
Com o objetivo de chamar a atenção para a questão da escassez da água e, conseqüentemente, buscar soluções para o problema, a Organização das Nações Unidas (ONU) instituiu em 1992 o Dia Mundial da Água: 22 de março.
Por conta disso, a ONU também elaborou um documento intitulado “Declaração Universal dos Direitos da Água”, que trata desse líquido como a seiva do nosso planeta.
De acordo com a Declaração Universal dos Direitos da Água, ela é seiva do nosso planeta e condição essencial da vida na terra. Confira os artigos:
Art. 1º – A água faz parte do patrimônio do planeta.Cada continente, cada povo, cada nação, cada região, cada cidade, cada cidadão é plenamente responsável aos olhos de todos.
Art. 2º – A água é a seiva do nosso planeta.Ela é a condição essencial de vida de todo ser vegetal, animal ou humano. Sem ela não poderíamos conceber como são a atmosfera, o clima, a vegetação, a cultura ou a agricultura. O direito à água é um dos direitos fundamentais do ser humano: o direito à vida, tal qual é estipulado do Art. 3 º da Declaração dos Direitos do Homem.
Art. 3º – Os recursos naturais de transformação da água em água potável são lentos, frágeis e muito limitados. Assim sendo, a água deve ser manipulada com racionalidade, precaução e parcimônia.
Art. 4º – O equilíbrio e o futuro do nosso planeta dependem da preservação da água e de seus ciclos. Estes devem permanecer intactos e funcionando normalmente para garantir a continuidade da vida sobre a Terra. Este equilíbrio depende, em particular, da preservação dos mares e oceanos, por onde os ciclos começam.
Art. 5º – A água não é somente uma herança dos nossos predecessores; ela é, sobretudo, um empréstimo aos nossos sucessores. Sua proteção constitui uma necessidade vital, assim como uma obrigação moral do homem para com as gerações presentes e futuras.
Art. 6º – A água não é uma doação gratuita da natureza; ela tem um valor econômico: precisa-se saber que ela é, algumas vezes, rara e dispendiosa e que pode muito bem escassear em qualquer região do mundo.
Art. 7º – A água não deve ser desperdiçada, nem poluída, nem envenenada. De maneira geral, sua utilização deve ser feita com consciência e discernimento para que não se chegue a uma situação de esgotamento ou de deterioração da qualidade das reservas atualmente disponíveis.
Art. 8º – A utilização da água implica no respeito à lei. Sua proteção constitui uma obrigação jurídica para todo homem ou grupo social que a utiliza. Esta questão não deve ser ignorada nem pelo homem nem pelo Estado.
Art. 9º – A gestão da água impõe um equilíbrio entre os imperativos de sua proteção e as necessidades de ordem econômica, sanitária e social.
Art. 10º – O planejamento da gestão da água deve levar em conta a solidariedade e o consenso em razão de sua distribuição desigual sobre a Terra.

Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas

Padrões de desenvolvimento e meio ambiente

O tema da sustentabilidade ambiental ganha maior dimensão e profundidade quando relacionado ao padrão de desenvolvimento, especialmente no momento presente de transição da sociedade urbano-industrial. Antes disso, em plena sociedade agrária, seja pela dimensão da população global abaixo de um bilhão de pessoas, seja pelo padrão de desenvolvimento, o meio ambiente não acusava impactos climáticos significativos frente à baixa concentração de dióxido de carbono na atmosfera e à estabilidade na temperatura global.

No sistema de produção e consumo generalizado globalmente pelo modelo estadunidense, especialmente a partir da Segunda Guerra Mundial, a oferta de energia não-renovável cresceu rapidamente, com forte impacto na elevação da temperatura do planeta. Assim, mediante a forte elevação da renda per capita a partir da passagem para a sociedade urbano-industrial, aumentou a intensidade da emissão de carbono na atmosfera, cuja concentração cresce de 275 ppm antes do ciclo de industrialização para cerca de 400 ppm atualmente. No caso da concentração de gás metano, que girava em torno de 720 a 780 ppb entre os anos 1000 e 1800, passou para 1.750 ppb no ano 2000. A consequência direta foi o movimento de aquecimento global.

Atualmente, a transição para a sociedade pós-industrial em curso, sobretudo nos países desenvolvidos, permite avançar significativamente as economias com produção intensiva em baixo carbono. Assim, as nações ricas passam a assumir a condição de economias de consumo de mercadorias intensivas em alto carbono, geralmente importadas dos países não desenvolvidos. Nesse sentido, está em marcha uma divisão internacional entre economias de alto e de baixo carbono, sendo que os países não desenvolvidos, cada vez que se industrializam, tornam-se economias intensivas na produção de mercadorias de alto carbono. A diferença ainda é elevada, porém, se reduz rapidamente. Nos Estados Unidos, por exemplo, as emissões de dióxido de carbono per capita aumentaram 11% entre 1990 e 2005, pois passaram de 19,1 para 21,2 toneladas por habitante. Em países como China, Índia e Brasil, o crescimento acumulado no mesmo período de tempo para emissão de dióxido de carbono por habitante foi de 87,7% (de 2,1 para 3,9 tn), 88,9% (de 0,9 para 1,9 tn) e 5,6% (de 1,8 para 1,9 tn), respectivamente.

A expansão econômica na sociedade urbano-industrial pressupõe a inexorável ampliação do consumo de energia, pois do contrário pode haver estagnação econômica combinada com a regressão social. Assim, nota-se que o padrão de desenvolvimento capitalista tem implicado elevação mais intensa da renda per capita que os países não desenvolvidos. Até o presente momento, em geral, o aumento da renda individual traz consigo a maior expansão do consumo de energia por pessoa. Ademais, constata-se também que a composição da energia no mundo encontra-se fortemente associada ao carvão (41%) e ao gás (20%). Carvão, gás e petróleo respondem conjuntamente por quase 70% da oferta mundial de energia.

Nos países da OCDE, a matriz energética encontra-se em quase 2/3 dependente do carvão, gás e petróleo. A diferença em relação ao mundo como um todo é a maior oferta de energia nuclear. A experiência brasileira recente chama atenção por se diferenciar de outros países não desenvolvidos que elevam a produção de mercadorias com mais intensificação das emissões de dióxido de carbono. A maior expansão econômica recente do Brasil não vem acompanhada da degradação ambiental, sobretudo do desflorestamento e de emissões de dióxido de carbono. De um lado, há avanços em termos da matriz energética limpa, com forte presença de fontes renováveis e redução do desmatamento e elevação das reservas ambientais. De outro, a substituição da energia não-renovável por renováveis em setores econômicos fortemente emissores de dióxido de carbono, como o de transporte e indústria. A maior parte da oferta energética é constituída por fontes renováveis, principalmente decorrentes do uso da água, que respondem por 77% da oferta de energia do país. Enquanto no mundo as fontes renováveis de energia respondem por somente 13% da oferta energética, no Brasil ela se aproxima dos 50%.

Para além de possuir uma das matrizes energéticas mais limpas do mundo, o Brasil vem substituindo fontes agressivas ao meio ambiente por outras renováveis. Em 2005, o carvão vegetal e a lenha responderam por menos de 12% da oferta energética do País, enquanto em 1970 representavam quase 50% da oferta de energia nacional. Na sequência da redução da lenha e carvão na matriz energética nacional houve elevação da oferta de energia elétrica, bagaço da cana-de-açúcar e do álcool etílico. Mesmo assim, cresceu a importância relativa do uso do carvão mineral, gás natural e derivados de petróleo. Em grande medida, o aumento no uso dos derivados do petróleo encontra-se relacionado à opção do transporte rodoviário em oposição às ferrovias e ao uso fluvial. Entre 1970 e 2005, por exemplo, cerca de 55% do consumo final de derivados de petróleo deveu-se ao transporte, pois a indústria reduziu a sua participação relativa de 24,1% para 13,8%, sem ampliação por parte das residências (de 7,2% para 6,8%).

Nos dias de hoje, o consumo nacional de elementos tóxicos à camada de ozônio representa não mais que 5% do verificado durante a década de 1990. Até há bem pouco tempo, o comportamento econômico brasileiro era acompanhado pelo movimento de desmatamento no bioma amazônico. De tal forma que a expansão da produtividade implicava o aumento do desmatamento na Amazônia Legal e vice-versa. Desde 2004, contudo, a expansão econômica brasileira tem sido seguida pela redução do desmatamento no bioma amazônico.

* Marcio Pochmann é presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e colunista da Revista Fórum. Este artigo foi publicado originalmente na edição 88 da Revista Fórum.

Fonte: Por Marcio Pochmann*, para a Revista Fórum

Pequeno, bonito e mais barato

Houve tempo em que se popularizou a expressão “small is beautiful” (o pequeno é bonito), que pretendia demonstrar, principalmente na área ambiental, que pequenas iniciativas, pequenas obras, eram um caminho mais fértil, mais barato, de benefícios sociais mais amplos. Hoje a expressão parece em desuso, ao mesmo tempo que se ampliam informações sobre megaobras (que custam fortunas) como solução para problemas sociais, ambientais e econômicos – quando, quase sempre, elas são desperdiçadoras de recursos e concentradoras de benefícios, principalmente nas megaempresas que as executam e influenciam as macropolíticas do País.

Talvez o exemplo mais claro, já comentado neste espaço, seja o da área de energia, em que quase só se planejam mega-hidrelétricas na Amazônia ao custo de dezenas de bilhões de reais, além de outras problemáticas para áreas indígenas e de preservação legal – sem discussão clara com a comunidade científica, que tem apontado outras possibilidades, poupadoras de recursos que poderiam ser destinados a áreas sociais muito carentes. Ainda agora, noticia-se também (Estado, 30/12) que o BNDES emprestará R$ 6,1 bilhões (56,8% do valor total) para construção da usina nuclear Angra 3. Na verdade, a obra já foi iniciada – embora a licença concedida estabelecesse a condicionante de se definir, antes, a destinação final dos resíduos nucleares altamente perigosos, e isso não ocorreu. Sem esquecer o que o cientista Carlos Nobre, coordenador da política nacional do clima, afirmou no programa Roda Viva, da TV Cultura, que esse projeto precisaria ser revisto com cuidado, diante da inconveniência de implantar usinas nucleares à beira-mar, com o processo já em andamento de elevação do nível do oceano. Mas segue-se em frente, como se nada tivesse sido dito. E ainda se planejam mais quatro usinas do mesmo tipo.

Não é muito diferente na área do saneamento, em que mais de 50% da população (mais de 107 milhões de pessoas) continuam sem rede coletora de esgotos, menos de 30% dos esgotos coletados são tratados e quase 40 milhões de pessoas não recebem água tratada em suas casas (Gesner de Oliveira, ex-presidente da Sabesp, 2011) – com graves consequências também na área de saúde, na qual as doenças veiculadas pela água são a principal causa de internações e consultas na rede pública; e na dos recursos hídricos, em que o despejo de esgotos sem tratamento é a principal causa de poluição. Mas nem se acena com qualquer possibilidade próxima de solução, pois se argumenta que para universalizar o atendimento na área serão necessários megainvestimentos de R$13,5 bilhões por ano durante 15 anos (Folha de S.Paulo, 7/1). Ou R$ 255 bilhões, segundo a Sabesp. E ainda é preciso lembrar que os investimentos pelo PAC nesse setor – de R$ 4 bilhões a R$ 6 bilhões por ano – não têm chegado nem à metade do planejado.

Talvez seja a hora de relembrar, então, que, dada a urgência de soluções para a sociedade, o pequeno pode ser bonito – e muito mais rápido. Começando pelo saneamento. Brasília é hoje a capital com maior índice de coleta de esgotos, acima de 90%, graças ao sistema condominial, criado pelo pernambucano José Carlos Mello e introduzido na cidade no início da década de 90. Que, eliminando, nas quadras internas em áreas de expansão, a maior parte das caríssimas redes coletoras de grandes manilhas de concreto, conseguiu ali, com enorme economia, chegar bem perto da universalização. No Brasil já existem cerca de 5 milhões de pessoas beneficiárias do sistema, além de 1 milhão no Peru. Mas continua muito forte a resistência das empresas estatais a adotar esse caminho e restringir megaobras.

Não é a única solução de menor porte. A própria Agência Fapesp, junto com o Instituto de Geociências da USP, desenvolveu modelo eficiente de fossas sépticas para comunidades de menores recursos, capazes de degradar a matéria orgânica nos esgotos e dar tratamento adequado ao nitrogênio, que costuma permanecer durante décadas nas águas próximas das fossas convencionais (e 75% dos municípios paulistas já usam águas subterrâneas). Com a vantagem de que as fossas podem ser construídas por qualquer pedreiro, a custo baixíssimo (Agência Fapesp, 27/8/2010). No Paraná, onde 57,9% das cidades não dispõem de redes de coleta de esgotos (Ambiente Brasil, 27/12/2010), também se começam a instalar “estações de tratamento de esgotos por zona de raízes”, um sistema em que plantas filtram o efluente antes de lançá-lo na natureza. Uma estação para tratar efluentes de uma casa pode ser feita em dois dias e custar R$ 500. Ou pouco mais, em pequenos conjuntos. Os coliformes fecais são reduzidos em 99%. Já há projetos maiores em andamento, como, em São José dos Pinhais (PR), uma estação para tratar os efluentes de 700 pessoas. A bióloga Tamara Van Kaick, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná, atesta a eficiência do sistema.

Ainda na área do saneamento, é inacreditável que não se implantem sistemas para financiar a recuperação de redes de água, quando a perda média em nossas cidades é de 40% da água que sai das estações de tratamento e custa de cinco a sete vezes menos recuperar um litro de água que obter um litro “novo” com novas barragens, novas adutoras e novas estações de tratamento. Mas as prefeituras não conseguem recursos para entrar por esse caminho econômico.

Da mesma forma, dezenas de bilhões de reais vão para projetos como o da transposição das águas do Rio São Francisco e, em boa parte, para cidades com esses níveis de perda – enquanto é enorme a luta para conseguir mais recursos para construir cisternas de placas nas comunidades isoladas do Nordeste, capazes de abastecer de água uma família durante toda a estiagem. Cada uma delas custa cerca de R$ 1,3 mil, mas só foram instaladas 323 mil, quando se precisa de mais 1 milhão.

Fonte: Por Washington Novaes

Mudanças climáticas e incentivo à botânica são destaques em visita ministerial

No último dia de vista à Manaus, o Ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, conhece pesquisas, projetos e algumas espécies de plantas da Amazônia.

Explicações sobre as pesquisas, plantação e a utilidade do pau-rosa no mercado internacional, algumas frutas amazônicas e o programa da Grande Escala da Biosfera-Atmosfera na Amazônia (LBA) foram apresentados nesta terça-feira (25) para o ministro de Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, em visita a Reserva Experimental Adolpho Ducke do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCT).

Outros destaques foram as pesquisas que o Inpa desenvolve na área alimentícia. A pesquisadora do Instituto, Lúcia Yuyama, explicou sobre a potencialidade dos frutos amazônicos como cubiu e o camu-camu e exemplificou alguns produtos gerados a partir das pesquisas feita no Instituto como a farinha de pupunha de grande potencial nutricional.

O ministro recebeu um livro produzido por pesquisadores do Inpa intitulado “Flora da Reserva Ducke – Guia de identificação das plantas vasculares de uma floresta de terra-firme na Amazônia central”. O coordenador do programa de pós-graduação em Botânica (PPG-BOT), Alberto Vicentini, explicou para o ministro a carência de estudos na área de botânica na Amazônia e o quanto se conhece pouco sobre a região. Mercadante propôs a criação de uma plataforma para registro de todos os dados botânicos produzidos no Brasil, inicialmente chamado de Wikflora, na qual o ministro ofereceu apoio total com relação à estrutura de TI para a elaboração do projeto.

“O Brasil é um país que tem 23% da biodiversidade do planeta, então, precisamos valorizar isso que temos e aproveitar todo esse conhecimento científico. Tentar focar parceria naquilo que é fundamental para a ciência e, sobretudo colocar a ciência à serviço da sociedade com a finalidade de gerar emprego, renda e oportunidade”, destacou Mercadante.

O gerente- executivo do LBA e pesquisador do Inpa, Antonio Manzi, apresentou o projeto LBA que tem a finalidade conhecer sobre o funcionamento dos ecossistemas da região. Um protótipo da torre em 16m foi apresentado ao ministro. Manzi apresentou ao ministro um importante projeto que está em fase de implantação, a torre ATTO.

A torre terá 320 metros, a primeira desse tipo na América do Sul, instalada na Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) do Uatumã, no município de São Sebastião do Uatumã, interior do Amazonas. É um projeto bilateral entre Brasil, representado pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCT) e a Universidade do Estado do Amazonas (UEA); e Alemanha, através do Instituto Max Planck de Química.

Fonte: Por Josiane Santos e Wallace Abreu, do Inpa

Educação Ambiental é lei

Nós brasileiros contamos com uma Política Nacional de Educação Ambiental que foi regulamentada pela Lei n°9.795, de 17de abril de 1999, esta lei definiu a educação ambiental como “os processos por meio dos quais os indivíduos e a coletividade constroem valores sociais, conhecimentos, habilidades, atitudes e competências voltadas para a conservação do meio ambiente, bem de uso comum do povo, essencial à sadia qualidade de vida e sua sustentabilidade”.
A lei ainda destaca que todos têm direito a educação ambiental e que ela deve estar presente no processo educativo tanto em caráter formal como informal. Incumbindo entre outros atores o poder público de definir as políticas e promover a educação ambiental em todos os níveis de ensino e a sociedade de manter atenção permanente à formação de valores, atitudes e habilidades que propiciem a atuação individual e coletiva voltada para prevenção, a identificação e a solução de problemas ambientais.

 

Fonte: http://roosanee2.blogspot.com

Ministra quer mudar Código Florestal

Ministério do Meio Ambiente prepara texto alternativo que minimiza riscos de tragédias nas áreas urbanas. Relatório já aprovado por comissão libera, por exemplo, ocupação em áreas destruídas na região serrana do Rio.

Ministério do Meio Ambiente vai propor mudanças no projeto que altera o Código Florestal, em discussão no Congresso. A proposta deve contemplar mudanças inclusive em relação às áreas urbanas, para evitar o risco de tragédias como as da semana passada no Rio.
O relatório aprovado no ano passado por uma comissão especial da Câmara dos Deputados permite a ocupação de áreas de preservação permanente onde hoje é proibido qualquer tipo de construção, conforme a Folha revelou no domingo.
No Rio, as maiores tragédias foram registradas justamente em áreas de preservação permanente ocupadas irregularmente -topos de morro, encostas e várzeas-, e que serão liberadas para moradia caso o novo texto seja aprovado pelo Congresso.
O ministério confirmou que está elaborando o novo texto, mas não deu detalhes da proposta, que ainda será submetida à presidente Dilma Rousseff. Se for aprovada na Câmara, a proposta seguirá para o Senado antes de ir para sanção presidencial.
O Ministério da Agricultura disse que participa das discussões. A Secretaria de Relações Institucionais informou que o governo ainda não tem posição definida. O ministro Luiz Sérgio deve se reunir ainda nesta semana com o líder do governo no Câmara, Candido Vaccarezza (PT-SP), para discutir o andamento da proposta.

ABRANGÊNCIA DA LEI
O relator do projeto, Aldo Rebelo (PC do B-SP), reafirmou ontem, por meio de carta, que o texto do novo Código Florestal afeta apenas a zona rural e diz que a lei que trata da área urbana é outra.
Porém, o texto é claro ao estabelecer regras também para a ocupação das áreas de preservação permanente dentro das cidades.
“A própria lei de uso do solo manda respeitar determinados limites estabelecidos pelo Código Florestal”, diz o promotor Jorge Luiz Ussier.
Desde 2001, uma lei federal criou mecanismos de combate a especulação e estímulo à construção em áreas seguras. No caso das áreas de preservação, a legislação remete ao Código Florestal.
O deputado Reinhold Stephanes (PMDB-PR), ex-ministro da Agricultura, votou a favor do relatório, mas agora defende a mudança para ficar claro que ele não interfere nas ocupações urbanas.
Marco Maia (PT-RS), presidente da Câmara, disse que o código deve ser votado em março com ou sem acordo entre os partidos.

USO DO SOLO
O governo anunciou ontem que pretende mudar a lei de uso do solo e apresentar ao Congresso, em fevereiro, um pacote emergencial. Segundo o vice-presidente Michel Temer, a meta é fazer um “impedimento muito radical” de ocupações em morros.
Essas ocupações, que podem ser liberadas caso a mudança do Código Florestal seja aprovada como está, já são proibidas atualmente.
Também há a possibilidade, segundo Temer, de medidas provisórias serem editadas já na semana que vem. O Ministério Público Federal alertou que, se a revisão do código for aprovada, entrará com ação de inconstitucionalidade. A procuradora Sandra Cureau diz que já vinha tentando sensibilizar o relator Aldo Rebelo (PC do B-SP) para fazê-lo “entender que liberar essas áreas gera riscos enormes à segurança”, mas não obteve sucesso (Folha d eS.Paulo, 20/1/11)

Fonte: BrasilAgro

Fotógrafo captura espetáculo de cores de degradação ambiental

O fotógrafo e ativista americano J. Henry Fair viaja o mundo a bordo de um helicóptero para retratar o impacto de ações humanas como o despejo de lixo e de resíduos industriais em paisagens naturais.

Dezenas dessas imagens foram reunidas no recém-lançado livro “The Day After Tomorrow: Images of Our Earth in Crisis” (“O dia depois de amanhã: Imagens de nossa Terra em crise”, em tradução livre).

De grande impacto, as imagens mostram o avanço da degradação provocada pelo vazamento de petróleo no golfo do México e destruição provocada em parques naturais por lixo industrial.

As fotos também integram a exposição Abstraction of Destruction (Abstrações de Destruição), em cartaz na galeria Gerald Peters, em Nova York.

Fonte: Folha.com

Prazo para Plano de Controle de Poluição Veicular vence em 2011

13/01/2011

As 27 unidades da federação devem aprovar e publicar seus PCPVs até 30 de junho. No MMA, a expectativa é de que os estados concluam seus planos dentro do prazo 10/01/2011

Divulgação: Estados que descumprirem a determinação estarão sujeitos a ser acionados na Justiça.

O Ministério do Meio Ambiente (MMA) vai fazer um levantamento para verificar se os 27 estados e os municípios com frotas superiores a três milhões de veículos já elaboraram seus Planos de Controle de Poluição Veicular (PCPVs). O prazo final vai até junho, mas o Departamento de Qualidade do Ar do MMA alerta para a impossibilidade de novo adiamento pelo Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama). A elaboração do plano é obrigatória, mesmo que a unidade da federação opte por não adotar programas de Inspeção e Manutenção de Veículos em Uso.

A elaboração do PCPV requer que o estado faça antes um inventário de suas emissões veiculares. De acordo com a norma, o plano precisa ser elaborado, aprovado e publicado dentro do prazo, que já sofreu adiamento de seis meses com a aprovação da Resolução 426, em 2010. A preocupação da área técnica do MMA é de que as unidades da federação não fiquem em desacordo com a Resolução Conama 418, de novembro de 2009. Os estados que descumprirem a determinação estarão sujeitos a ser acionados na Justiça. A data limite é 30 de junho de 2011.

A implantação de programas de inspeção se torna obrigatória nos casos em que forem previstas pelo PCPV. Estados e municípios é que definem a necessidade ou não do controle de emissões de poluentes por suas frotas. Rudolf Noronha, gerente de Qualidade do Ar do ministério, alerta para a necessidade do cumprimento dos prazos estabelecidos pelo Conama. “No ano passado, o adiamento foi conseguido após intensas rodadas de negociação. O MMA está convencido de que os estados irão cumprir os novos prazos estabelecidos.”

O inventário de emissões é que vai orientar para a necessidade, ou não, de um programa de controle geral, ou até por frotas específicas, como veículos pesados, por exemplo. O objetivo final é a melhoria da qualidade do ar pelo controle de emissões relativas a fontes móveis, como carros, caminhões e motocicletas, que tem apresentado expressivo crescimento nos últimos anos. As unidades da federação têm autonomia para definir que frota alvo pretendem incluir no programa e de que maneira ele será operacionalizado.

Para o usuário de veículos, que terá de submeter seu carro à fiscalização e licenciamento de poluentes, a orientação é acompanhar a implantação dos programas em seus estados. Por enquanto, a poluição só é controlada na etapa de licenciamento pelo estado do Rio de Janeiro e pelo município de São Paulo. A data limite para que os demais estados que optarem pelo sistema tenham suas estruturas de controle das emissões montadas e funcionando expira em 25 de abril de 2012. Até lá o MMA irá acompanhar a publicação dos PCPVs e orientar estados e municípios na sua elaboração.

Fonte: MMA – EcoAgência

O ano das florestas

Virada a página do calendário, entramos no Ano Internacional das Florestas (http://www.un.org/en/events/iyof2011/index.shtml). Assim ficou estabelecido na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU): 2011 é o ano das matas, que chegam a cobrir 31% da área terrestre do planeta. Mais que uma homenagem, o objetivo da ONU é lembrar ao mundo a importância que as florestas têm para a sobrevivência de todo tipo de vida – incluindo nós, humanos.

Segundo dados da organização, é debaixo das copas das árvores que vivem 300 milhões de pessoas e 80% da biodiversidade da Terra. Mas os serviços ambientais das florestas vão muito além de suas fronteiras: calcula-se que pelo menos 1,6 bilhão de pessoas dependa diretamente delas para sobreviver.

Boa parte desse total está do lado de cá do globo. Afinal, está aqui a maior floresta tropical do planeta. Dos 6,9 milhões de quilômetros quadrados de Amazônia, 4,2 milhões ficam em território brasileiro. E é ali que moram mais de 20 milhões de pessoas, cerca de 200 mil indígenas e uma biodiversidade que apesar de ser pouquíssimo conhecida, é das mais impressionantes.

Além de ser fundamental no equilíbrio climático global e influenciar diretamente o regime de chuvas do Brasil e da América Latina, a floresta amazônica estoca entre 80 e 120 bilhões de toneladas de carbono. Números suficientes para convencer qualquer um da importância de se manter de pé esse patrimônio.

Fonte: Por Redação Greenpeace

 

 

Amazônia: aprendendo com a história recente

Contribuindo para os debates promovidos pela Carta-Verde sobre a Amazônia no Século XXI, este texto apresenta uma breve reflexão sobre a história recente do extrativismo na Amazônia, com uma visão distinta da abordagem ambiental, fazendo um paralelo com a história econômica do ocidente.

O processo pelo qual passaram os moradores das áreas extrativistas é semelhante ao vivido pela sociedade ocidental a partir do feudalismo, com uma diferença fundamental entre os dois: se no primeiro, o processo de organização do trabalho caracterizou-se como desagregador, extraindo os conhecimentos do trabalhador, transformando-o quase em um robô, repetidor de tarefas simplificadas; o mesmo processo nas regiões extrativistas caracterizou-se pelo oposto, ou seja, pela agregação.

Enquanto a indústria capitalista moderna se baseou em um processo de divisão e fragmentação do Trabalho e desagregação comunitária, onde além da extração do conhecimento, se tratou de criar sistemas de competição individual, destroçando valores coletivos, em nome da construção de uma ética individual de busca de resultados; nas regiões extrativistas o processo conduziu os indivíduos, do isolamento social à construção de comunidades cooperativas, realçando os valores coletivos.

De modo semelhante ao restante da sociedade ocidental, as relações de produção nestas regiões se caracterizavam como relações de “tipo feudal”: o seringueiro se submetia a trabalhar para o proprietário do seringal em troca de local de moradia e da entrega de sua produção para os armazéns do “patrão”, onde recebia mantimentos necessários à sua sobrevivência. Esta troca da produção pelos mantimentos necessários se fazia de modo que o extrativista se via cada vez mais aprisionado pelas dívidas contraídas com o armazém, acabando por se caracterizar quase como mão-de-obra escrava.

Era comum nesta época, que o seringueiro que produzisse uma quantidade menor que a que dele se exigia, fosse assassinado por ordens do patrão ou seringalista, o mesmo ocorrendo se produzisse além do que se esperava – no primeiro caso a eliminação era exemplar e visava punir o indivíduo que trabalhasse num ritmo inferior ao imposto pelos patrões; no segundo caso, o objetivo era impedir a independência do seringueiro em relação ao armazém do patrão.

Ao longo do tempo o fato dos extrativistas viverem isolados no interior da floresta, distante das sedes dos seringais, permitiu que um novo elemento se interpusesse entre ele e o seringalista: o marreteiro. Nesta fase, de isolamento, as relações comerciais dos extrativistas se davam quase que exclusivamente com o patrão ou com o marreteiro, atuando este último, como um “atravessador” que, sabedor das dificuldades de locomoção do extrativista, adquiria sua produção em sua própria área de moradia, naturalmente por um preço muito inferior ao que conseguiria do patrão ou do mercado nas cidades mais próximas, sendo comum que o marreteiro se tornasse credor do extrativista, de modo semelhante ao que aconteceu no feudalismo, a partir da ação dos mercadores.

A chegada de mais gente na região levou ao estabelecimento de um incipiente sistema de “Comercialização de Vizinhança” – quase na base do escambo – sempre entremeado pela ação dos marreteiros, cada vez mais ousados em suas investidas nos negócios dos seringalistas.

A partir da ação de algumas lideranças, baseadas nas pequenas comunidades que se formaram na floresta surgiram as Cantinas, pequenos entrepostos comerciais operados pelos próprios extrativistas, voltadas principalmente para a venda de produtos industrializados para os extrativistas, na maior parte das vezes em sistema de escambo (mercadorias da cidade em troca de produtos do extrativismo), sendo natural que isto reduzisse drasticamente a ação dos marreteiros, introduzindo mais sistematicamente a ideia de associativismo entre os extrativistas.

A história destas Cantinas não é muito feliz, pois por uma série de motivos, quase todas, em pouco tempo, se viram em sérias dificuldades financeiras, sendo incapazes de prosseguir com a comercialização no interior da floresta, abrindo novos espaços para os marreteiros que ganharam um crédito de confiança dos extrativistas e frearam o movimento associativista que, entretanto, acaba avançando, em busca do fortalecimento das Cantinas, que passam a quase ser confundidas com as Associações, fruto da luta das principais lideranças extrativistas, responsáveis ainda pela criação das primeiras organizações de cunho regional englobando a população que vivia do extrativismo.

Devido aos avanços nas lutas dos extrativistas em defesa da floresta e a mobilização que estas lutas promovem, algumas Cantinas Centrais evoluem e passam a constituir “Sub-Cantinas” em regiões mais distantes e de difícil acesso, levando a comercialização para o interior da floresta, pondo fim à ação dos marreteiros. Infelizmente, ainda pelas mesmas razões anteriores, as Cantinas e “Sub-Cantinas” vão se fechando aos poucos, por falta de capital de giro, ou mesmo de mercado para comercialização dos produtos oriundos do extrativismo, dando uma sobrevida aos marreteiros.

Em função das lutas travadas pelas principais lideranças regionais, com destaque para Chico Mendes em Xapuri/Acre, surgem as primeiras “Cooperativas de Produção”, iniciando um processo de industrialização, através do beneficiamento, ainda primário, de produtos da floresta.

É inegável a mobilização conseguida nas regiões extrativistas a partir do surgimento destas Cooperativas. Uma injeção de ânimo foi dada nos extrativistas que se tornam membros das Cooperativas, em busca de um melhor preço para seus produtos e uma relação de troca mais favorável, com os produtos industrializados. Embora ainda recente, é possível vislumbrar-se a formação de Federações de Cooperativas e/ou Associações, de modo a garantir uma relação mais positiva com o mercado externo (compradores de produtos oriundos do extrativismo).

Neste meio tempo é importante que se ressalte a ação governamental de criação das Reservas Extrativistas que, entre outras coisas, garantiu os direitos dos seringueiros de as gerirem autonomamente através de suas Associações.

É importante se observar que embora o processo de desenvolvimento das regiões em que a economia extrativista é predominante se revista de características agregadoras, na verdade o que ocorre com estas regiões é um processo de evolução do feudalismo ao capitalismo industrial, como já ocorreu com outras regiões do mundo no século passado, com o agravante de que estes grupos já encontram um capitalismo desenvolvido e pronto para “engolir” os novos industriais.

Embora haja uma série de outros aspectos a considerar em um debate sobre os destinos da Amazônia no Século XXI, creio que o conhecimento mais detalhado desta história recente dos seringueiros ou extrativistas, envolvendo não apenas os aspectos econômicos e ambientais, mas também e principalmente, aspectos comportamentais, sociais e políticos, pode ser de extrema valia para que se elaborem propostas que, ainda que fortemente voltadas para a preservação ambiental, compreendam as necessidades históricas dos residentes da região, sujeitos imediatos destas ações.

Fonte: Por Aluizio Belisário

Curso Mulher Liderança Comunitária inicia em 25 de abril

O curso ” Mulher Liderança Comunitária” realizado pela AVEPEMA iniciou em 25/04 na Zona Sul.

O projeto busca intuito de identificar e intensificar nas empreendedoras sociais o capital humano, instrumentalizando-as para melhoria do capital social na sua comunidade, a sua atuação profissional, aprimorando sua percepção na identificação de oportunidades dentro da sustentabilidade ambiental, fomentar o exercício da cidadania, a integração social e o fortalecimento da auto-estima, buscar igualdade e equidade de gênero, gerando o aumento de mulheres na representatividade pública.

Para maiores informações, entrar em contato nos telefones: 5521-6626 / 2605-4155

 

Chamada pública para contratação de pessoa

A AVEPEMA – Associação do Verde e Proteção do Meio Ambiente está admitindo 4(quatro) assistentes de nível médio e 3(três) Profissionais de Nível Superior para atuarem no âmbito do Projeto – Quiz das Águas – Proposta de difusão digital para o SIGRH, referente ao FEHIDRO.

O Projeto visa efetuar a difusão dos conceitos relativos a recursos hídricos por meio de mídia interativa DVD.

Estabelecer ligação entre os conteúdos programáticos da grade curricular do ensino fundamental com os conceitos relacionados aos recursos hídricos e sua gestão para alunos da rede pública de ensino.

Capacitar professores para interligar os conteúdos programáticos com as informações constantes no DVD por meio de palestras e oficinas de trabalho. Distribuir 100.000 cópias de mídia interativa a alunos do segundo ciclo do ensino fundamental em escolas da rede pública de ensino

Criação de portal interativo na internet, com conteúdo complementar ligado ao SIGRH, de forma a possibilitar aos alunos a continuidade no processo de aprendizado.

Os interessados deverão encaminhar currículo para a Rua Felipe Camarão, 146 – CEP 03065-000 – Tatuapé – São Paulo – SP ou para o endereço eletrônico avepema@avepema.org.br

Curso Mulher Liderança Comunitária inicia em 25 de abril

O curso ” Mulher Liderança Comunitária” realizado pela AVEPEMA iniciou em 25/04 na Zona Sul.

O projeto busca intuito de identificar e intensificar nas empreendedoras sociais o capital humano, instrumentalizando-as para melhoria do capital social na sua comunidade, a sua atuação profissional, aprimorando sua percepção na identificação de oportunidades dentro da sustentabilidade ambiental, fomentar o exercício da cidadania, a integração social e o fortalecimento da auto-estima, buscar igualdade e equidade de gênero, gerando o aumento de mulheres na representatividade pública.

Para maiores informações , entrar em contato nos telefones: 5521-6626 / 2605-4155.

 

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